FRAGILIDADE DOS ESTADOS E OS DESAFIOS DA (RE)CONSTRUÇÃO E DA COOPERAÇÃO
A (re)construção dos Estados com profundas fragilidades é examinada no quadro da ordem internacional liberal e a luz das contradições e dos dilemas que caracterizam as agendas políticas e securitárias dos atores externos. As contradições e fraquezas das agendas de intervenção externa, particularmente do statebuilding , e o debate sobre o paradigma do Estado para os países com profundas fragilidades merecem atenção.
O enfoque é colocado na fragilidade dos Estados em África, argumentando-se que podem ser explicadas, simultaneamente, por fatores endógenos e exógenos, ou seja, pelas dinâmicas internas de poder, construções e experimentações políticas, trajetórias históricas e consequências das intervenções externas que provocaram ou aceleraram a (des)construção e o disfuncionamento das instituições políticas, sociais e económicas.
As consequências das intervenções externas sobre o aumento da fragilidade dos Estados merecem particular atenção, num exercício de análise dos impactos das reformas económicas neoliberais e dos efeitos da liberalização política e democratização sobre a estabilidade, segurança e desenvolvimento em África.
FICHA TÉCNICA
TÍTULO: Fragilidade dos Estados e os Desafios da (Re)construção e da Cooperação
Autor: Apolinário Mendes de Carvalho, PhD
Coordenação Editorial: Luís Barbosa Vicente
Revisão: Luís Barbosa Vicente | Apolinário de Carvalho
Comentários: José Ramos Horta, Presidente de Timor Leste e Nobel da Paz
Carlos Lopes PhD, Escola Governação Pública Nelson Mandela, Universidade da Cidade do Cabo
Conceção gráfica: Nimbedições
Paginação e formatação: Sofia Brito
Tiragem: 500 exemplares
N.º pág.: 350
Formato: 16,5x23,5
ISBN: 978-989-53891-1-7
1.ª Edição, março de 2023
