NÃO HAVIA TRÂNSITO
Há muito que a literatura guineense ansiava por uma obra inebriada de ousadia de nos fotografar a alma. Bebe das nossas singularidades – Esse Ser Coletivo – e nos amarra nos dramas abrigados na vida sobrevivida.
Não havia trânsito apresenta-nos uma escrita despudorada, que faz, das palavras, linhas cosidas de um pano legós inundado de cores quentes, alegradas nos choros escondidos de um verdadeiro Contador de Estórias. ” Abdelaziz coloca, mais uma vez, o seu país e a sua cidade no mundo. Faz da literatura, um manifesto de existência.
Diz "nós também desenhamos traços deste mundo", numa escrita assumida, atrevida e humanista. Obriga-nos a decifrar os não-ditos, em ditos plenos de contemporaneidade, reveladores de obscuridades, silenciadas pelas vozes altas de uma cidade tranquilizada na intranquilidade das vivências que a adornam. (...) Prefácio de Dautarin da Costa.
FICHA TÉCNICA
TÍTULO: NÃO HAVIA TRÂNSITO
AUTOR: A. Vera Cruz
Coordenação Editorial: Luís Barbosa Vicente
REVISÃO: A. VeraCruz, Luís Barbosa Vicente
CAPA: Nimbedições
TIRAGEM: 500 exemplares
N.º PÁG: 133
FORMATO: 17X24
DEPÓSITO LEGAL: 468065/20
ISBN: 978-989-54678-4-6
1.ª Edição, março 2020
EDITORA: NIMBA EDIÇÕES
